A Federação Internacional de Futebol (Federação Internacional de Futebol) voltou a defender a política de preços adotada para a Copa do Mundo de 2026 após a repercussão de ingressos da final que chegaram a ser anunciados por até US$ 2,3 milhões em plataformas de revenda.
A declaração foi feita pelo presidente Gianni Infantino durante participação na Conferência Global do Instituto Milken, em Beverly Hills, nos Estados Unidos, na última quinta-feira (7). A edição de 2026 do Mundial será disputada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá.
A polêmica ganhou força após quatro ingressos localizados atrás do gol da final, no MetLife Stadium, serem ofertados por valores milionários, o que gerou críticas sobre a acessibilidade do torneio ao público geral.
Ao comentar o caso, Infantino afirmou que a Fifa leva em consideração as regras do mercado norte-americano, onde a revenda de ingressos é amplamente permitida em eventos esportivos e culturais. Segundo ele, a dinâmica de preços também influencia o comportamento do mercado secundário.
“Se vendermos barato demais, os ingressos acabam revendidos por preços ainda maiores”, disse.
Em tom irônico, o dirigente também comentou os valores elevados da revenda: “Se alguém comprar um ingresso por US$ 2 milhões, eu mesmo levarei um cachorro-quente e uma Coca-Cola para garantir que essa pessoa tenha uma ótima experiência”.
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Foto: Divulgação/FIFA



