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Tosse por mais de duas semanas deve acender alerta para tuberculose, alerta pneumologista

Aquela tosse de estimação, que passa semanas e parece que não vai acabar é sinal de alerta. Quem chamou atenção para isso foi o pneumologista Ricardo Amorim em entrevista ao Metropole Saúde, nesta quinta-feira (21). Segundo o médico, uma tosse que chega a duas semanas já é motivo de preocupação.

“Passou daqueles dias [do quadro de Síndrome Respiratória Aguda], passou uma semana, continua tossindo, não é normal, tem que procurar o médico, porque nós temos outras causas de tosse”, alertou o médico. De acordo com ele, é recomendado, pessoas que estão tossindo há mais de duas semanas devem procurar assistência médica. “Até porque existe uma doença, no nosso meio, que nunca deixou de existir, tem tratamento, mas está sempre aí: é a tuberculose, que geralmente é uma tosse crônica insidiosa”.

“Tosse que persiste em duas, três semanas, é preciso ver se não é tuberculose, mas também tem outras causas. Por exemplo, a asma é muito prevalente. Pacientes que têm asma, o principal sintoma é tosse, depois é falta de ar. Existem jovens que, apesar de toda juventude e força de resistência imunológica que tem, infelizmente têm uma pneumonia de evolução rápida e fulminante. Não vamos achar que ter sintoma respiratório é normal. Ter uma tosse, o espírito toda hora, isso não é normal”, disse o pneumologista.

Ele ainda destacou o impacto na qualidade de vida e na convivência social que uma tosse persistente pode causar. Ricardo Amorim também compartilhou métodos preventivos contra doenças virias que afetam o sistema respiratório.

“Primeiro de tudo, uma vida saudável é melhor para todos, uma pessoa bem treinada fisicamente torna sua imunidade melhor. Segundo, evitar massas tóxicas, viver em ambientes saudáveis como ar limpo e que se renova. Terceiro, pessoas gripadas ou resfriadas devem evitar ficar em ambientes com muitas pessoas, por exemplo, pais de crianças com o vírus devem evitar que elas vão às escolas”, disse Ricardo, destacando a importância de manter o cartão de vacinação atualizado. “Lamentavelmente, nos últimos 10, 12 anos, o grau de cobertura de vacinas contra o vírus da gripe tem reduzido. Depois da pandemia você já via uma curva descendente de cobertura”, completou.

*Metro1

Foto: Reprodução/Rádio Metropole

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