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Alan Sanches repudia ataque de Rui Costa a Bruno Reis: “mostrou pequenez querer tirar dividendo com a morte de uma cidadã”

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), classificou como “pequenez” a atitude do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que fez ataques políticos ao prefeito de Salvador Bruno Reis utilizando o episódio de uma mulher que faleceu em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Salvador.

“A pessoa tem que ser pequena e ele mostrou uma pequenez. Um homem que já foi governador, foi vereador junto comigo, foi deputado federal, agora ministro da Casa Civil, querer de alguma forma tirar algum dividendo de uma morte de uma cidadã e ainda fazer uma culpabilidade ao prefeito da cidade”, rechaçou Sanches em discurso nesta segunda-feira (17), no plenário da AL-BA.

Durante uma agenda no interior do estado, na última sexta-feira (14), Rui Costa chegou a citar a mãe do prefeito Bruno Reis.“Porque não foi a mãe dele, nem a filha dele que morreu por falta de oxigênio”, disse Rui.

Para Alan Sanches, antes de atacar o prefeito de Salvador, o ex-governador “primeiro deveria ter feito o dever de casa”, resolvendo o drama regulação de pacientes, batizada de “fila da morte”, dado o número de pessoas que morrem enquanto aguardam atendimento na rede estadual de saúde.

“As pessoas que são atendidas viram sortudos, a regulação da saúde no estado da Bahia acaba sendo uma roleta russa. Aqueles que conseguem uma transferência vão estar lutando pela vida, mas aqueles que não conseguem não terão nenhuma oportunidade de tentar viver e lutar por sua vida”, enfatizou o vice-líder da oposição, ao reiterar que o problema virou marca dos governos do PT.

“Não adianta dizer que construiu hospitais se as pessoas não conseguem ter acesso. São vários municípios solicitando a transferência de pacientes para ter uma oportunidade de viver, e o ministro Rui Costa, em vez de tentar de alguma forma ajudar, já que ele está ao lado do presidente da República, fica fazendo ataques”, advertiu Alan Sanches.

“Quando a gente fala de saúde, tem que tirar um pouco a política das costas. Os governantes deveriam se unir e resolver. A gente não pode normalizar essa situação vexatória que é a fila da regulação da morte”, completou.
Ascom Alan Sanches: Foto: Divulgação/ALBA

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