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60% das pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra influenza não tomaram a segunda

Menos de 40% dos baianos se vacinaram contra a influenza neste ano. No total, 3,4 milhões de pessoas integram o grupo da população alvo, que é composta por gestantes, crianças e idosos. Deste número, 1,2 milhão tomaram dose única; 91 mil tomaram a primeira dose, enquanto apenas 54 mil retornaram para tomar a segunda. Ou seja, 60% das pessoas que tomaram a primeira dose do imunizante não complementaram o ciclo vacinal.

De acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações da Secretaria do Estado de Saúde da Bahia (Divep/Sesab), Vânia Vanden Broucke, o esquema é, em geral, de dose única. A recomendação para a aplicação em duas doses é somente para quem se vacina a primeira vez contra a influenza e para crianças abaixo dos nove anos.

“Ou seja, somente as crianças que estão se vacinando pela primeira vez é que devem retornar depois de 30 dias para fazer a segunda dose da vacina. Para todos os outros crianças públicos, o esquema é de dose única, inclusive para as crianças que já fizeram alguma dose de influenza no ano anterior ou em qualquer época de sua vida, que não estão sendo vacinadas pela primeira vez”, explica.

O número de vacinados contra a influenza na Bahia é menor que a média nacional, de 46,65%. Atualmente, o estado já recebeu 5 milhões e 200 mil doses de vacina influenza em 2025. Segundo Vânia, 2 milhões e 756 mil doses foram aplicadas. Em relação à cobertura vacinal, ela somente é calculada para o grupo de gestante, criança e idoso. No momento, a cobertura é de 39,49% para esses públicos prioritários. A meta é 90%. A baixa adesão gera preocupação para a pasta.

“O que nos preocupa é exatamente que esses grupos são mais susceptíveis a terem casos mais graves da doença. Quando a gente vai fazer análise, por exemplo, dos casos de síndrome respiratória aguda grave, a gente observa ainda uma concentração maior, principalmente nos extremos de idade”, pontua Vânia. Portanto, se há uma baixa cobertura vacinal, há um risco maior de casos de síndrome respiratória aguda grave.

*Jornal Correio

Foto: Yuri A | Shutterstock

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