O Senado argentino aprovou a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei, com 42 votos favoráveis, 28 contrários e duas abstenções. A medida amplia a jornada de trabalho para até 12 horas sem pagamento de hora extra, reduz valores de indenizações e estabelece novos limites ao direito de greve.
O governo afirma que a nova legislação moderniza as regras do mercado, estimula investimentos e pode ajudar a reduzir a informalidade, que atinge mais de 40% da força de trabalho no país. A proposta já havia sido modificada pela Câmara e retornou ao Senado antes da aprovação final.
No mesmo dia, os senadores também aprovaram a redução da maioridade penal de 16 para 14 anos, consolidando outra vitória para a agenda do Executivo. Centrais sindicais anunciaram que pretendem contestar a reforma na Justiça, enquanto manifestações foram registradas nos arredores do Congresso em Buenos Aires.
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Foto: Reprodução/argentina.gob.ar



