Seis a cada vez quilombolas habitam em áreas rurais. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9) e fazem parte de mais um suplemento do Censo 2022.
Do total de 203 milhões de brasileiros contabilizados pelo censo, apenas 12,6% moravam em áreas rurais. Entre os 1,3 milhão de quilombolas, 61,71% viviam no campo. Isso representa 820,9 mil pessoas. Pouco mais de 509 mil (38,29%) moravam nas cidades.
As regiões Norte e Nordeste são as que tem uma proporção de quilombolas em áreas rurais superior à média nacional, com 63,40% e 65,01%, respectivamente. Entre as unidades da federação as maiores proporções são no Piauí (87,87%), Amazonas (84,92%) e Maranhão (79,74%).
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Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil



