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Greve geral na Argentina reúne mais de 100 mil pessoas em Buenos Aires contra o governo Milei

A greve geral na Argentina já reuniu, até agora, mais de 130 mil pessoas na capital de Buenos Aires, segundo as informações da polícia local. A principal organização do movimento, a Central Geral do Trabalho (CGT), alegou que mais de 1,5 milhão de pessoas aderiram à paralisação no país.

Os manifestantes se concentram em diferentes locais durante o dia e realizaram marchas até o Congresso, em apoio a legisladores que devem votar contra o mega decreto anunciando pelo presidente Javier Milei. A medida visa desregular a economia, eliminando e modificando várias leis aprovadas pelo Legislativo.

Além disso, também é repudiado o projeto de lei com mais de 500 artigos do governo enviado ao Congresso, que pode ser debatido pela Câmara ainda nesta semana. Na Praça do Congresso, Pablo Moyano, do Sindicato dos Caminhoneiros, discutiu o conjunto de leis do governo e criticou outro projeto sobre imposto aos trabalhadores que recebem rendimentos elevados. “Não deixem que pensem em cobrar novamente o imposto sobre os trabalhadores! Coloquem o imposto sobre as grandes fortunas, não sobre os trabalhadores! Aumentem as retenções”, disse Moyano.

Serviços interrompidos 

Com as manifestações diversos serviços foram interrompidos. Mais de 700 voos que partiriam ou chegariam a aeroportos argentinos nesta quinta-feira (9) foram cancelados. Devido à adesão de pilotos e trabalhadores aeronáuticos à greve, somente no Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, em Ezeiza, e no Aeroparque Jorge Newberry, em Buenos Aires, quase 400 voos foram cancelados e 55 mil passageiros afetados, segundo a administradora Aeropuertos Argentina 2000.

Entre o Brasil e a Argentina, pelo menos 31 voos foram cancelados. A linha aérea Gol informou o cancelamento de todos os seus voos de ou para os aeroportos de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário.

*metro1

Foto: Leandro Blanco/TÉLAM

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