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Desastres naturais deixam 11 mil mortos e prejuízos de R$ 2 trilhões em 2024

Desastres naturais em 2024 causaram a morte de 11 mil pessoas e geraram prejuízos de US$ 320 bilhões (cerca de R$ 2 trilhões), de acordo com a Munich Re, um dos maiores grupos de resseguro do mundo. As inundações no Rio Grande do Sul foram destacadas como uma das maiores tragédias climáticas do ano.

Furacões, tempestades e inundações lideraram as perdas, e 2024 também se tornou o ano mais quente da história, com temperaturas médias cerca de 1,5ºC acima das médias pré-industriais.

O relatório da Munich Re menciona as cheias de abril e maio, que afetaram quase todo o estado do Rio Grande do Sul e causaram mais de 100 mortes. As perdas totais foram estimadas em US$ 7 bilhões (cerca de R$ 42 bilhões), sendo que apenas uma pequena parte, cerca de R$ 12 bilhões, estava coberta por seguros. Além disso, o estudo destaca que condições climáticas como as de 2024 são duas vezes mais prováveis devido às mudanças climáticas.

Nos Estados Unidos, os maiores impactos ocorreram com os furacões Helene e Milton. O furacão Helene, que atingiu a Flórida em setembro, causou perdas de US$ 56 bilhões, enquanto o furacão Milton gerou danos de US$ 38 bilhões. O terceiro maior desastre foi o terremoto no Japão, ocorrido no final de 2023, com perdas de US$ 15 bilhões e mais de 200 mortos.

*Metro1

Foto: Mauricio Tonetto / Secom

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