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Após ataque de Israel a Gaza, 600 mil crianças ficam sem vacina contra pólio

As Forças Armadas de Israel lançaram, nesta terça-feira (22), uma das maiores ondas de ataques em Gaza das últimas semanas, disseram moradores. Autoridades de saúde emitiram um novo alerta de que o sistema de saúde enfrenta um colapso total devido ao bloqueio israelense a todos os suprimentos.

O Ministério da Saúde de Gaza informou que uma campanha de vacinação contra a poliomielite apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de imunizar mais de 600 mil crianças, foi suspensa, colocando a Faixa de Gaza em risco de ressurgimento de uma doença debilitante que já havia sido praticamente erradicada.

Moradores disseram que as forças israelenses bombardearam diversas áreas do enclave com tanques, aviões e barcos. Os ataques atingiram casas, acampamentos de barracas e estradas, acrescentaram. Os ataques aéreos destruíram escavadeiras e veículos usados ​​para levantar escombros e ajudar a recuperar corpos presos sob as ruínas.

Israel impôs um bloqueio total a todos os suprimentos para Gaza desde o início de março e retomou suas operações militares em 18 de março, após o colapso de um cessar-fogo. Desde então, ataques israelenses mataram mais de 1,6 mil palestinos, de acordo com as autoridades de saúde de Gaza, e centenas de milhares foram forçados a deixar suas casas enquanto Israel tomava o que chama de zona-tampão em território de Gaza.

Em uma tentativa de pôr fim ao conflito, uma delegação do Hamas chegaria ao Cairo para negociações. Duas fontes disseram que a delegação discutirá uma nova oferta que incluiria uma trégua de 5 a 7 anos após a libertação de todos os reféns e o fim dos combates.

*Metro1

Foto: Reprodução/TV Globo

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