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Ancelotti explica escolha do batedor de pênalti do Brasil: “Era o melhor no campo”

O técnico Carlo Ancelotti explicou a escolha por Bruno Guimarães como cobrador do pênalti no primeiro tempo da derrota do Brasil por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo (5), no MetLife Stadium, pelas oitavas de final. O camisa 8 acabou desperdiçando a penalidade máxima, quando o jogo estava empatado em 0 a 0.

“Fizemos uma estatística de um ano dos jogadores rivais e também dos nossos. O melhor na seleção era Raphinha. O melhor era Neymar, Igor Thiago, Raphinha e depois, Bruno Guimarães. E depois, Martinelli. Escolhemos Bruno porque pensamos que era o melhor no campo”, justificou na entrevista coletiva.

O treinador lamentou a eliminação do time Canarinho. No entanto, ele mirou a próxima edição do Mundial, que vai acontecer em 2030.

“É óbvio que estamos profundamente tristes, porque acho que o time até agora não fez um Mundial espetacular, mas um bom Mundial. Acho que no jogo de hoje poderia ganhar. E quando acontece um momento assim, você tem que pensar que uma derrota é uma nova aventura, uma nova temporada. Temos que continuar trabalhando, melhorando, encontrar novas ideias. Eu acho que não é o fim, é um princípio de um novo ciclo essa derrota”, disse.

A Seleção se despede da Copa de 2026 com sua pior campanha desde 1990, quando também caiu nas oitavas para a Argentina. Além disso, o time Canarinho vai amargar o maior jejum sem título mundial, superando o intervalo de 24 anos entre o tri de 1970 e o tetra de 1994. O país levantou a taça do penta em 2002 e ficará, no mínimo, 28 anos sem conquista.

*metro1

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

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