O pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou que pretende promover uma ampla agenda de privatizações caso vença as eleições de outubro, incluindo a venda do Banco do Brasil e da Petrobras, além de outras estatais que, segundo ele, operam com prejuízo.
O ex-governador de Minas Gerais também defendeu mudanças na estrutura do governo federal, com redução de salários considerados elevados, diminuição de cargos comissionados e enxugamento do número de ministérios em Brasília. “Vou passar a faca nos supersalários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília”, declarou.
Na mesma linha, Zema criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o governo recorre a recursos caros para arcar com a dívida pública. Para ele, a venda de grandes estatais ajudaria a reforçar o caixa, reduzir o endividamento e combater irregularidades. “O dinheiro só vai voltar a valer se o governo economizar. O dinheiro que o governo Lula gasta, eu vou economizar. Simples assim”.
Ao reforçar sua proposta, o pré-candidato afirmou que a privatização dessas empresas é fundamental para o país. “privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil é decisivo para o nosso futuro”.
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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil



